Reflexões de uma mente

Março 22, 2008

Arquivado em: Sentimentalismo — Bruna Chieco @ 4:51 pm

Uma lágrima é fruto da dor, não sinal de amor.

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Cabeça versus Coração

Arquivado em: Sobre a mente — Bruna Chieco @ 4:39 pm

É muito comum deixarmos nossa cabeça interferir no coração e vice-versa. Fazemos isso talvez por medo ou pra ser racionais, ou por que somos sentimentais ao extremo.

Afinal, o que é ser racional? Não se entregar a sentimentos claros, ignorá-los, não demonstrar afeto, ser “frio”? Ora, tudo isso me parece um tanto quanto superficial. Claro que quando nos magoamos a tendência é que todo esse “racionalismo” venha a tona involuntariamente. Porém, podemos acabar nos enganando, achando que somos imunes a qualquer sentimento, e o importante é ficar “livre”. Quer dizer que demonstrar afeto e assumir sentimentos por alguém que até pode te corresponder é se prender num martírio eterno e sufocante?

Dependendo do que o sentimento traz pode até ser. Podemos nos tornar possessivos, obsessivos, até loucos sem ao menos ter um pingo de racionalidade em nossos atos. E pior, somos capaz de nem entender o que fizemos isso, porquê fizemos aquilo.

Como conciliar? Acho que essa é uma pergunta que poucos sabem responder. Enquanto tantos adoram falar “sejamos racionais”, outros nem sabem o que é ser racional, ou o que é ter sentimentos. Penso que não é nada saudável passar noites e dias chorando por alguém sem nem saber porquê. Porém, ser frio, esconder seus sentimentos de si mesmo, desperdiçar oportunidades, apagar pessoas de sua vida antes mesmo que elas tenham permissão para entrar nela… bem, não vejo tantos lados positivos nisso.

Por isso que não devemos programar nada em nossas vidas. Pelo menos não no quesito “lazer”. Claro que se você quer um apartamento novo, um carro, mudar de emprego, cursar faculdade, isso exige programações contínuas e infinitas. Mas na hora de sair, conhecer pessoas, viver experiência devemos nos abster de racionalismos intensos e bloqueios de sentimento.

Vamos aproveitar oportunidades que aparecem em nossas vidas, “vamos nos permitir”!

Essa é a minha reflexão. Um pouco racional, um pouco sentimetal.

Qual é a sua?!

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