Reflexões de uma mente

fevereiro 1, 2010

Mergulho

Filed under: Sobre a mente — Bruna Chieco @ 6:25 pm

Terna e inconstante, volto a esse blog, relato um sentimento, ou vários dentro de uma explosão de sensações.

E lá estava, a garota um tanto impetuosa, que fala de mais, ouve também, e age à sua maneira. Estava ela na situação que mais desejou nos últimos tempos, envolvendo-o com o corpo, os braços, os olhos, e querendo estar envolvida. Riu, chorou, deleitou-se e se deitou.
Deitada nos lençóis brancos, ouvia-o atentamente com uma taça de champagne na mão e tentando manter os olhos abertos. Enquanto ele proferia palavras que pareciam desimportantes, ela sentiu os olhos brilhando e o coração pulsando mais rápido. Ela não queria mais ouvir, e sim queria estar lá, lá onde ele estava. Sua imaginação foi longe e descobriu que talvez tudo o que adiou ou pensou em que poderia ficar para depois é tudo o que ela quer fazer.
Uma experiência solitária, um lugar cruel, um aprendizado forçado, uma emoção sem tamanho. Mudar de vida, ter uma história para contar e conseguir uma paixão. Uma paixão que ela nunca descobriu, e nunca soube dizer porquê. Algo que a envolva, fascine e a leve.
Leve como umapena ficou seu corpo, e naqueles segundos ela o escutava e o corpo flutuava em uma imaginação que foi rápida, mas pareceu eterna.
E voltou a si para aproveitar o resto daquela noite sem deixar aquele momento escapar de sua frágil memória. E a vida continua,mas os sonhos param no tempo para que dê tempo de realizá-los.

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dezembro 6, 2008

O poder do sorriso

Filed under: Descontraindo,Sobre a mente — Bruna Chieco @ 1:52 pm

Ultimamente tenho descoberto o poder do sorriso. Esse simples gesto tão automático e às vezes imperceptível pode mudar tudo no dia de alguém.

O sorriso é um gesto que deve ser usado constantemente. Diz-se que rir traz inúmeros benefícios à saúde, inclusive pode ser uma sessão de ginástica para o corpo.

Sorrir aproxima pessoas, quebra barreiras. Você pode fazer outra pessoa feliz concedendo-lhe um sorriso.

O riso pode viciar. Creio que seja um dos únicos vícios bons da humanidade. Não conaigo pensar em outro.

Rir pode fazer com que todo o stress anterior desapareça. Após um tempo, esse ato deixa de ser um esforço.
Eu quero sorrir mais, viver mais. Quero fazer parte de vício.

Eu quero te ver sorrir.

 

julho 5, 2008

Assim caminha a humanidade…

Filed under: Sobre a mente — Bruna Chieco @ 12:33 am

                       

Existe aquela velha discussão de até onde a tecnologia pode leva a humanidade: quais seus pontos positivos e negativos? Será que o homem será substituído pela máquina? Pois bem, na minha visão, o homem está sendo consumido pelo seu próprio invento, afinal foi ele mesmo quem criou a tecnologia, e agora não conseguimos ao menos saber o que fazer com isso, como usar isso.

De fato o uso de computadores e máquinas aceleram e facilitam a vida de muita gente, de grandes corporações, enfim, é uma GRANDE “mão na roda”. Porém, como saber o limite dessa ajudinha extra? Na hora de estudar, por exemplo, até que ponto podemos confiar no que estamos lendo? A realidade é que atualmente ninguém se importa com isso. Quando algo que estamos pensando ou realizando pede uma pesquisa, pensamos imediatamente na “máquina da sabedoria”, o computador e seu Universo infinito de informações, a Internet.

Já me perguntei como seria fazer uma pesquisa em uma biblioteca sobre um assunto qualquer. Bem, a idéia pode parecer absurda para alguns, mas para muitos não há outra forma de se realizar uma pesquisa precisa e confiável. No entanto, para os que acham um absurdo, essa tarefa pode ser impossível. Eu mesma não consigo me imaginar passando horas e horas buscando diversos livros, lendo-os quase que por completo para achar uma única informação; mal sabia, há pouco tempo atrás, como achar um determinado livro na biblioteca. Vergonhoso? Sim, mas é vergonhosamente comum na nossa sociedade atual.

Dessa forma eliminamos a possibilidade de adquirir mais conhecimento para irmos direto à informação que buscamos, e acabamos sendo engulidos por essa imensidão de imagens e letras que a Internet nos traz. Muito além disso, preciso dizer que a Internet emburrece. Sim, eu me sinto burra depois de passar horas na frente de uma tela de computador fazendo NADA. Talvez essa grande tecnologia que ajuda tanto em certos momentos pode ser vista como mais uma droga destruidora de neurônios e, claro, viciante.

Não há nada mais patético do que chegar em casa depois de um dia de trabalho ou estudo e primeiramente, não tomar um banho, nem descansar, sentar no sofá, comer, nada disso, mas sim, ligar o computador. Digo que é patético hipócritamente, pois já fiz isso inúmeras vezes, e devo fazer ainda que eventualmente. O que podemos tirar disso? Não estamos ligando o computador para nos informar. O mesmo acontece com a televisão. Ao chegar em casa, poucos querem ligar a TV e ver um jornal. Não, queremos entretenimento. E o que há de mau nisso? Bem, digo que não há nada de mau em buscar diversão depois de um dia difícil, porém, o lado péssimo mesmo é que fomos convencidos e estamos condenados a achar que não há mais possibilidade de viver sem essas máquinas dentro de sua casa, e, bem, diversões a parte, nada de muito bom pode acontecer quando toda uma sociedade pensa que a Internet é essencial e simplesmente esquece como é procurar um livro na biblioteca.

Sinto-me burra por estar há tantas horas na frente dessa tela cheia de links que me leva para diversas inutilidades. Porém, não vejo como ficar sem isso por muito tempo. Isso sim é o caminho que a humanidade está construindo; não a substituição do homem pela máquina, mas a submissão do homem à máquina.

Essa é a minha reflexão. Submissa.

Qual é a sua?!

maio 26, 2008

Auto-destruição sentimental

Filed under: Sobre a mente — Bruna Chieco @ 11:38 am

Refletindo ultimamente percebi que o ser humano tem um certo prazer pela auto-destruição. Destruição da própria saúde, destruição financeira, destruição do ambiente (guerras, queimadas, desmatamento…). Porém, minha reflexão é sobre a destruição sentimental. Não porque não me preocupo com as outras, mas sim porque faço parte desse tipo de destruição e percebi isso tão recentemente.

Quando estamos perto de perceber que algo nos faz mal, ou já sabemos disso, porém nos deixamos enganar por pensar que somos fortes o suficiente para enfrentar isso, acabamos nos descobrindo fracos, ou até burros por não controlar nossas emoções, nosso impulsos. Pensamos: ‘como eu me deixei levar por isso? Eu sabia que ia me fazer mal e mesmo assim não fiz nada para imperdir’. Ora, as vezes estamos tão vulneráveis, que acabamos deixar as coisas passarem, e apenas percebemos depois como isso nos afeta. No entanto, me pergunto quando estaremos preparados para impedir que certas coisas nos afetem, imperdir essa vulnerabilidade sentimental e simplesmente dizer um grande NÃO pra certas coisas. Gostaria de ter essa resposta, aliás, gostaria de ter nascido sabendo ela.

Dizem que aprendemos certas coisas com o tempo, mas não acredito muito nisso. Se fosse assim não cometeríamos tantos erros que podem não ser iguais, mas são parecidos uns com os outros. O que o tempo resolve então? Um, dois anos de sofrimento por causa de algo ou alguém talvez não seja o suficiente para não sofrer de novo por algo igual ou parecido. Não controlamos o que sentimos, e por mais que nos tentemos nos bloquear de certo sentimento, uma hora ou outra nos entregamos, e ao se entregar, dificilmente controlamos as consequências de tudo. Ficamos cegos, surdos e mudos.

O pior é o arrependimento. Esse é um dos piores sentimentos e, na minha concepção, o mais auto-destrutivo, pois se estamos arrependidos de algo é porque nós mesmos causamos isso. Difcilmente sabemos na hora do impulso que aquilo nos trará esse sentimento intenso.

Por fim vem a parte do engano. É quando nos distraímos o tempo todo, fazemos de tudo para esquecer as besteira que nós mesmos fizemos ou as coisas ruins que nos acontecem, tentamos deixar passar e pensar nisso depois; porém, uma hora ou outra temos que enfrentar o sentimento, a situação, a humilhação, a dificuldade, e é nesse momento que temos que ser mais forte, pois tudo vem a tona, e se nos deixarmos mais uma vez vulneráveis, não conseguimos fazer mais nada. Parece exagero, porém ninguém consegue enganar o sentimento por muito tempo. De que adianta rir e pular o dia todo se na hora de dormir o que conseguimos fazer apenas é sentir o quente das lágrimas rolando no nosso rosto?

E sim, há aquela frase que gosto de dizer pra mim mesma: “o que não me mata me fará mais forte”. Estou apenas no aguardo então dessa força descomunal que ainda não chegou.

Essa é a minha reflexão. Auto-destrutiva.

Qual é a sua?!

 

maio 7, 2008

A solução é dormir e sonhar

Filed under: Sobre a mente — Bruna Chieco @ 11:59 am

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Quando nos julgamos responsáveis, cheios de maturidade e confiança, algo acontece e “quebra as pernas”. Perdemos controle de situações simples e já nos achamos inúteis novamente. O que fazer quando sua cabeça simplesmente não funciona direito?

Digamos que você simplesmente esquece de buscar sua irmã mais nova na escola, ou perde seu cartão do banco duas vezes em menos de um mês. Ora, pode ser normal, acontece com todo mundo… será?! Às vezes estamos com a cabeça tão cheia de coisa que nem percemos nossos próprios atos. Sabe, quando você grita com todo mundo de sua casa perguntando quem pegou sua caneta e quando menos espera, percebe que a caneta esteve em sua mão o tempo todo. Pode ser distração, mas até que ponto a distração é natural?

Muito difícil perceber que problemas pessoais, ou coisas pequenas que acontecem à sua volta é capaz de afetar seu dia-a-dia. Você se julga atento, mas não se dá conta que enquanto seu corpo está executando tal ação, sua mente está pensando em outra coisa, e é assim que você, por exemplo, esquece seu cartão do banco dentro da máquina de auto-atendimento (tem que ter muita capacidade pra realizar um ato tão fenomenal).

Nossa mente pode funcionar de forma surpreedente. Um exemplo meu: recentemente vi uma notinha em um site (provavelmente UOL) que dizia respeito ao ciclone que teve no Sul. Nem dei muita atenção, passei os olhos e esqueci. Porém, uma ou duas noites depois sonhei que estava presenciando um ciclone em minha casa (saí intacta, ou seja, algo surreal). Então pensei: como minha mente guardou algo que dei pouca atenção a ponto de me fazer sonhar com isso? E mais, como que guardo algo como esse a ponto de sonhar (enfatizando) e não sou capaz de lembrar de guardar o cartão do banco após usá-lo no caixa eletrônico (não, não era uma situação hipotética, aconteceu de verdade e eu fui a protagonista…)?

Ao executar tarefas simples penso que as faço com a mente flutuando em assuntos sem fudamento naquele momento. Isso pode atrapalhar na hora de guardar o cartão do banco direito (tá bom, chega de falar sobre isso…). Será que a única coisa que falta é atenção?

Talvez um psicólogo explique. Mas até lá acredito que minha mente guarda coisas importantes em seu subconsciente, pois sonho com elas sem nem ao menos ter dado atenção enquanto estava acordada. De fato tenho sonhado com coisas estranhas que não penso no meu cotidiano. Será que devo dormir mais? Quem sabe assim eu sonho em que tenho que buscar minha irmã na escola, tenho que tirar dinheiro e guardar o cartão na bolsa, tenho que desligar o fogão… coisas banais.

Essa é minha reflexão. Um pouco preocupante talvez…

Qual é a sua?

abril 11, 2008

Quantas pessoas você já cultivou?

Filed under: Sobre a mente — Bruna Chieco @ 12:11 am

Às vezes achamos que estamos rodeados de pessoas que nos amam e que amamos. Porém, com o tempo vemos que as pessoas não são como sempre se apresentaram. Acabamos nos abrindo, trocando confidencias, chamando de amigo e falando “eu te amo” pra pessoas que em alguns meses se revelarão falsas, indiferentes, diferentes…

Quantas pessoas conhecemos, em diversos lugares, ao longo da nossa vida? Com quantas conversamos? Com quantas temos afinidade? Com quantas criamos vínculos? Quantas cultivamos? Acabamos perdendo contato com pessoas que dizíamos ser nossas melhores amigas, confidentes. Acabamos brigando com essas mesmas pessoas, descobrindo que elas não são o que pareciam ser.

Nos decepcionamos sem saber na verdade se vale a pena. Ouvimos pessoas que um dia disseram “você é especial” agora dizerem “estou idiferente a você”. Nos surpreendemos com coisas que na verdade já devíamos esperar, afinal nunca podemos dizer que conhecemos alguém por completo. Ao longo dos anos é que você percebe quem são as pessoas com quem você se identifica, e não é com palavras ou gestos apenas, é simplesmente porque elas permanecem na sua vida sem que você perceba que tantos anos passaram e elas ainda estão lá.

Basta agora olharmos ao redor e pensar: desavenças sempre há; amigos, podemos achar que temos inúmeros, mas na hora H contamos no dedo quem está lá para nós. Então, afinal, de todas essas pessoas que convivo e conheço, quantas cultivarei eternamente?

Essa é a minha reflexão. Sem conclusão alguma.

Qual é a sua?!

março 28, 2008

Instante

Filed under: Sobre a mente — Bruna Chieco @ 12:40 am

Vivemos um instante sem preceber que quando lembrarmos dele, já estará situado no passado. Porém, muitas vezes nos recusamos a deliciarmos com aquele presente já pensando nas consequências futuras. Confuso? Nem tanto.

Quando vivemos um momento nem damos muita importância ao fato presente, e se dermos conta disso é porque ele já virou passado. Eventualmente esses instantes podem se tornar marcantes, e isso faz com que eles aconteçam mais vezes, como se uma câmera os captasse e reproduzisse em um filme. O lado negativo disso é que passamos a pensar nas consequências antes de vivenciar certos fatos que, de uma forma ou outra, já prevemos o acontecimento. Ora, mas se já sabemos que algo vai acontecer, ele já vira passado?

Um instante precisa ser experimentado para virar passado. Tentar prever algo não faz com que saibamos o rumo que as coisas podem levar. O ponto de minha reflexão de hoje é esse. Deixamos de viver momentos pois paramos para pensar nas consequências. Claro que isso é válido em diversas situações (caso você queira matar alguém, por exemplo), porém, há momentos que devem ser experimentados para que virem instantes marcados no nosso passado.

Há momentos que queremos marcar para o resto de nossas vidas, e se não os aproveitarmos como deveríamos, eles se tornam um simples vazio. Aproveitemos então esses momentos para que quando lembrarmos deles, que se tornem um passado que, em nossa memória, seja um produção cinematográfica composta por instantes que são reproduzidos constantemente.

Essa é minha reflexão. Gravada num instante perdido no passado.

Qual é a sua?!

março 22, 2008

Cabeça versus Coração

Filed under: Sobre a mente — Bruna Chieco @ 4:39 pm

É muito comum deixarmos nossa cabeça interferir no coração e vice-versa. Fazemos isso talvez por medo ou pra ser racionais, ou por que somos sentimentais ao extremo.

Afinal, o que é ser racional? Não se entregar a sentimentos claros, ignorá-los, não demonstrar afeto, ser “frio”? Ora, tudo isso me parece um tanto quanto superficial. Claro que quando nos magoamos a tendência é que todo esse “racionalismo” venha a tona involuntariamente. Porém, podemos acabar nos enganando, achando que somos imunes a qualquer sentimento, e o importante é ficar “livre”. Quer dizer que demonstrar afeto e assumir sentimentos por alguém que até pode te corresponder é se prender num martírio eterno e sufocante?

Dependendo do que o sentimento traz pode até ser. Podemos nos tornar possessivos, obsessivos, até loucos sem ao menos ter um pingo de racionalidade em nossos atos. E pior, somos capaz de nem entender o que fizemos isso, porquê fizemos aquilo.

Como conciliar? Acho que essa é uma pergunta que poucos sabem responder. Enquanto tantos adoram falar “sejamos racionais”, outros nem sabem o que é ser racional, ou o que é ter sentimentos. Penso que não é nada saudável passar noites e dias chorando por alguém sem nem saber porquê. Porém, ser frio, esconder seus sentimentos de si mesmo, desperdiçar oportunidades, apagar pessoas de sua vida antes mesmo que elas tenham permissão para entrar nela… bem, não vejo tantos lados positivos nisso.

Por isso que não devemos programar nada em nossas vidas. Pelo menos não no quesito “lazer”. Claro que se você quer um apartamento novo, um carro, mudar de emprego, cursar faculdade, isso exige programações contínuas e infinitas. Mas na hora de sair, conhecer pessoas, viver experiência devemos nos abster de racionalismos intensos e bloqueios de sentimento.

Vamos aproveitar oportunidades que aparecem em nossas vidas, “vamos nos permitir”!

Essa é a minha reflexão. Um pouco racional, um pouco sentimetal.

Qual é a sua?!

março 17, 2008

Reflexões de uma mente em constante conflito

Filed under: Sobre a mente — Bruna Chieco @ 7:05 pm

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Acredito que o importante para todos nós é refletir. Pensar, analisar, vivenciar… enfim, não vou ladainhar sobre o que é refletir (leiam em páginas sobre isso).

Conflito. Todos nós passamos por conflitos dos mais variados, conflitamos até com nós mesmos. Quando sua mente está em constante conflito já é de se esperar crises, choros, gritos seguidos de risadas, abraços seguidos tapas. Coisas que pessoas a seus redor nunca entenderão (nem se elas mesmas possuírem um mente conflitante). Há de se convir que não podemos exigir que nos entedam já que nem nós mesmos conseguimos nos entender. Porém, sempre surge aquelas quatro palavras impactantes “você não me entende!”. Ora, já era de se esperar não é mesmo?

Depois de REFLETIR (sim) muito sobre fazer ou não um blog (não julgue minhas reflexões, todas são válidas) decidi que gostaria seu endereço fosse reflexões de uma mente. Porém, ia ficar grande e confuso, então decidi mudar para reflexões. E como eu já havia imaginado, esse endereço já está ativo. Então mudei para constante. Porque constante, além de ser usada na matemática (não me perguntem como, disso eu não entendendo e nem quero!), é uma palavra intensa. Você sente que é algo contínuo, não passageiro. Ao longo da vida você conhece pessoas constantes, você vive situações constantes. E assim quero que meu blog seja, constante, e que minhas palavras sigam contínuamente na mente de quem quiser as ler.

Por isso o título se tornou reflexões de uma mente. Eu reflito diante de coisas que minha mente guarda a sete chaves e apesar de muitas vezes entrar em conflito com meus próprios pensamentos, quero que os importantes sejam constantes, para que não acabe e para que eu não esqueça.

Essa é a minha reflexão. Conflitante, constante, ambígua, interminável.

Qual é a sua?!

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